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RA CarazzoCorretora · Previdência Privada
Material de apoio
Previdência privada · leitura de 4 minutos

O preço do futuro
é pago no presente.

Você pediu uma simulação. Antes de ela chegar, vale entender a única mecânica que decide o resultado — e ela não tem nada a ver com sorte, nem com mercado.

Onde começa a conta

Existe um dia em que o salário
para de cair na conta.

Ele não avisa. Não vem com aviso prévio. Simplesmente chega — e, a partir dele, o que entra todo mês é o que você construiu antes.

No Brasil, a primeira peça dessa construção é o INSS. Ele é obrigatório, é a sua base de proteção e cobre muito além da aposentadoria. Mas ele tem um limite que não depende de você.

Teto do INSS em 2026
R$ 8.475,55
É o máximo que o regime geral paga. Não importa quanto você ganha hoje. E a maioria das pessoas recebe bem menos, porque o cálculo parte da média de todas as contribuições desde julho de 1994.

A distância entre esse valor e o seu custo de vida é o que chamamos de lacuna. Ela não aparece aos poucos: aparece inteira, no primeiro mês.

A parte que ninguém gosta de ouvir

Toda aposentadoria é feita de dinheiro
que alguém decidiu não gastar.


Não existe outra origem. Nenhum produto financeiro cria dinheiro do nada — ele apenas guarda, protege e faz render aquilo que você abriu mão de consumir hoje.

É por isso que a conversa sobre previdência é desconfortável. Ela não pede que você ganhe mais. Pede que você deixe de gastar algo agora, em nome de alguém que ainda não existe: você daqui a vinte, trinta anos.

"A boa notícia é que a renúncia, quando começa cedo, é pequena o bastante para caber sem doer."
  • ≈
    R$ 250 por mês é um delivery por semana.
  • ≈
    É uma assinatura de streaming, uma de música e um app de transporte por mês.
  • ≈
    É meio tanque de combustível.

Ninguém muda de vida deixando de pedir comida uma vez por semana. Mas é exatamente esse tipo de decisão, repetida por muitos anos, que separa quem chega aos 65 com opções de quem chega com uma única alternativa.

O custo de adiar

O mesmo objetivo,
três esforços diferentes.

Imagine que a meta seja chegar a R$ 352 mil acumulados. Veja quanto seria preciso guardar por mês, dependendo apenas de quando a pessoa começou:

30 anos

R$ 250
20 anos

R$ 619
10 anos

R$ 1.955

Simulação ilustrativa, com rentabilidade estimada de 8% ao ano na fase de acumulação. Não é promessa nem garantia de retorno: rentabilidade passada não garante resultado futuro, e o valor final depende do plano, das taxas e do prazo.

O dinheiro no fim é o mesmo. O que muda é o tamanho do sacrifício mensal — e ele cresce muito mais rápido do que o tempo passa. Esperar dez anos não dobra o esforço: multiplica por mais de três.

É por isso que a decisão mais cara em previdência é quase sempre a de não decidir agora.

Dois caminhos reais

Começar cedo com pouco,
ou começar agora com peso.

Há mais de uma forma de fechar a lacuna. A que serve para você depende de quanto tempo e quanto recurso você tem em mãos hoje.

Cenário 1 · tempo a favor

A renúncia pequena, repetida por muito tempo

Para quem ainda tem duas ou três décadas pela frente e pode reservar uma quantia modesta todo mês, sem mexer no padrão de vida.

  • Contribuição mensalR$ 250,00
  • Prazo de acumulação30 anos
  • Total efetivamente aportadoR$ 90.000,00
  • Saldo estimado ao finalR$ 352.137,65
Renda mensal estimada
R$ 1.386,21
por 30 anos de benefício

Você aportaria R$ 90 mil ao longo da vida e receberia cerca de R$ 499 mil ao longo do benefício. A diferença é o que o tempo fez pelo dinheiro.

Cenário 2 · recurso a favor

O aporte único de quem tem menos tempo e mais patrimônio

Para quem está por volta dos 55 anos, já construiu reserva e quer transformar parte dela em renda mensal previsível — sem esperar trinta anos para isso.

  • Aporte únicoR$ 200.000,00
  • Idade na contratação55 anos
  • Prazo de acumulação10 anos
  • Saldo estimado aos 65R$ 431.785,00
Renda mensal estimada
R$ 2.282,11
por 20 anos de benefício, a partir dos 65

Aqui a renúncia é diferente: em vez de abrir mão de um pouco todo mês, você abre mão da liquidez de uma parte do patrimônio em troca de previsibilidade.

Ambos os cenários usam o mesmo método, para que sejam comparáveis entre si: rentabilidade estimada de 8% ao ano na acumulação e renda por prazo certo calculada a 2,5% ao ano na fase de benefício. São exemplos ilustrativos, não propostas: não há garantia de rentabilidade, e os valores reais mudam conforme o plano, as taxas de administração e carregamento, o regime de tributação e o prazo escolhidos.

O que acontece a seguir

A sua simulação está sendo preparada.

Os números acima são exemplos. O que vai chegar até você é outra coisa: um cálculo feito a partir da sua idade, do seu prazo e do que cabe no seu orçamento.

  1. Entramos em contato

    Um dos sócios fala com você pelo WhatsApp ou por telefone. Sem script de call center.

  2. Entendemos o seu caso

    Idade, prazo, se você declara IR no modelo completo ou simplificado e se contribui ao INSS. São essas respostas que definem se o caminho é PGBL ou VGBL.

  3. Comparamos entre seguradoras

    Você recebe a simulação com as taxas de administração e de carregamento à vista, por escrito.

  4. A decisão é sua

    Se não fizer sentido agora, a gente diz isso. Um plano contratado no momento errado costuma custar mais caro do que não contratar.

Como trabalhamos

Quatro compromissos
que valem para todo cliente.

Os sócios da RA Carazzo
Mais do que intermediar:
Orientar, Explicar e Acompanhar.

A RA Carazzo é uma corretora de planos de saúde, seguros de vida e previdência privada. Quem atende você são os sócios — do primeiro contato ao dia em que o plano precisa ser acionado.

WhatsApp
(21) 99564-0359
Site
racarazzoseguros.com.br

Conteúdo educativo e informativo. Não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira ou orientação tributária individualizada. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Os valores apresentados são simulações ilustrativas e não representam proposta, promessa ou garantia de retorno. A previdência complementar aberta (PGBL e VGBL) é regulada pela Lei Complementar nº 109/2001 e fiscalizada pela SUSEP.

Fontes. Teto do INSS em 2026: INSS — "Com reajuste de 3,9%, teto do INSS chega a R$ 8.475,55 em 2026" (gov.br/inss, jan/2026) e Portaria Interministerial MPS/MF nº 13/2026. Regra de cálculo do benefício: Emenda Constitucional nº 103/2019. Previdência complementar: Constituição Federal, art. 202, e Lei Complementar nº 109/2001. Dedução de até 12% no PGBL: Lei nº 9.532/1997, art. 11.